segunda-feira, 29 de abril de 2013

Ciência do Saber Fazer


Ciência do saber fazer 
(Casos de Sucesso)



“Empreender com a ‘Ciência do Saber Fazer’”
Técnicas e Casos. 

Queremos aqui, dar de forma ilustrativa, algumas das características que definem o perfil destes gurus modernos com suas afiadas e eficazes práticas de “saber fazer” com resultados. São grandes empreendedores, os másteres na disciplina, e que identificamos aqui, como os genuínos portadores desta ciência de gestão, que denominamos “a ciência do saber fazer”. Veja em nossos blogs outros artigos sobre o desafio de empreender.

Algumas das características são a mentalidade funcional da operatividade e a capacidade de ver em projeção de cenários, que incluem muitas vezes o chamado pressentimento, este último, muito desenvolvido pelos empreendedores empíricos, “como funcionará e como ocorrerá”.

Trata-se de uma operação, de um empreendimento. Estes “craques” da ciência aplicativa do saber fazer conseguem ver com quase certeza tudo que poderá acontecer, e, em muitos casos, se utilizam da intuição, o “chamado olfato empresarial”. Damos como exemplo o caso de um amigo e empresário, Valdir. Um distribuidor e revendedor brasileiro de máquinas pesadas e com quem trabalhamos em operações de exportação nos mercados do MERCOSUL há alguns anos atrás.



Caso 01 - Intuição Empresarial:

Certa vez, num fim de tarde em Santa Marta - Colômbia, nosso amigo Valdir conversava no telefone com sua esposa em São Paulo, dando instruções para que ela retira-se de todos os bancos onde possuíam contas todo seu dinheiro e o levasse para sua casa. Enquanto Luis (diretor do Salon Emprendedor) contemplava o azul turquesa das águas do complexo turístico onde estavam hospedados. A voz do Valdir ecoava cada vez mais alta, enquanto repetia “sim, sim, é claro que estou louco”. Na época, acabava de assumir como presidente do Brasil Fernando Collor de Melo. Luis e Valdir já tinham conversado a respeito de possíveis mudanças no cenário econômico com a chegada do novo presidente. Valdir na época dizia: “Esse louco vai confiscar as contas bancárias de todos os brasileiros”. Enfim, enquanto Valdir convencia a sua mulher a fazer o que ele estava pedindo, Luis revisava a agenda e compromissos dos dias seguintes, sem poder se concentrar direito, pois a voz de Valdir se tornava cada vez mais alta e o contraste da linda paisagem de Santa Marta por si só já era uma grande distração.
Mas, resumindo o final dessa história do nosso amigo Valdir, como você já deve imaginar ele “adivinhou” o cenário, pois, dois dias depois, de fato, Fernando Collor confiscou todas as contas no Brasil, incluindo as poupanças. Quando retornamos a São Paulo, já vivíamos o caos: não havia dinheiro circulante no país. Um ato de intuição e de olfato empresarial.

Outra característica dos sábios empreendedores é reconhecer que as pessoas estão no foco do seu negócio. Enxergam nos recursos humanos o seu eixo central, construtor do processo empreendedor de êxito. Sua práxis ensinou que ninguém monta nem constrói um projeto sozinho: o êxito de todo empreendimento será resultado de uma equipe ganhadora, onde o principal responsável por essa equipe é o treinador, ou melhor, dizendo,o “empreendedor”.

Um bom empreendedor é o coaching pessoal dos talentos da equipe que dirige, e, se não levar isso em conta, não existe um empreendimento que atinja seus objetivos, quanto mais o êxito. Já que para o empreendedor de sucesso, as pessoas “são a matéria prima e o produto do seu negócio” e a capitalização para expansão é a gerencia e gestão destes recursos.

Cuidar de seus talentos e cultivá-los para seu entorno é quase uma vocação, é uma metodologia em sua própria essência. Os que são apenas bons empresários administradores usam os talentos apenas como um método técnico de gestão de recursos, onde seus colaboradores o enxergam mais como um ditador de regras de jogo do que como um possível aliado que administra vantagens mútuas e temporais.

Um empreendedor com letra maiúscula tem como concepção de negócio a visão de conceito pessoal, o formar novos talentos sem temporalidade, isso é capturado pelo seu entorno e seus colaboradores, incluindo a capacidade de promover a autonomia e independência dos mesmos, que geralmente depois passam a ser seus aliados em seus novos empreendimentos. Mas, para estar junto do professor os verdadeiros colaboradores devem ser comprometidos com o empreendimento e o sucesso permanente do mesmo.



Caso 02 - Semeando Talentos:

Trabalhando em Assunção, no Paraguai, nosso Diretor Luis Quezada teve a oportunidade de conhecer um personagem: ele, proprietário da mais importante churrascaria do Paraguai. Um brasileiro desbravador e empreendedor, que chegou por essas terras contratado como empregado, e, que, enquanto dirigia seu velho Corcel destino Assunção,a fim de se apresentar para empresa que o havia contratado, já montava seu próprio “simulador de empreendimento”. Acoplou á seu sonho de auto-realização a idéia de criar seu próprio negócio nessas terras, é conseguiu, com muito sucesso, diga-se de passagem, até os dias de hoje.

Um dos segredos de sua ciência de “saber fazer”, é formar talentos, e semear um projeto pessoal para cada colaborador, apoiando assim as expectativas de realização de seus colaboradores. Hoje a maioria de seus colaboradores (empregados) que iniciaram o empreendimento com ele, já são proprietários de importantes churrascarias, casas de lanches e restaurantes espalhados por todo o país. Chegamos a conhecer pessoalmente um deles, que por sinal tem a mesma idade que nosso empreendedor brasileiro. Um fato curioso, nos conta esse ex funcionário é que todos tinham a mania de chamar esse empreendedor de “viejo” (velho), que em espanhol pode ser usado como uma espécie de apelido para “pai”. Outro fato curioso é que todos esses colaboradores estiveram em média oito anos trabalhando para este empreendedor, o que deixa claro que este cara sim, é um grande semeador de talentos.

Esperamos que vocês tenham gostado de nossa seqüência de artigos. Em breve publicaremos novos artigos abordando outras vertentes do empreendedorismo, como:

*Percepção do essencial e habilidade para extrair o aplicativo;
*SEVO: Simulador Virtual de Empreendimentos Operacionais;
*A mentalidade operacional e capacidade de ver em projeção;
*Aplicação Financeira: uma medida justa de valor para recursos e resultados;
*Aprendendo a dividir e somar com empreendimentos.

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Plano Negócio Prático - Parte 4


Plano de Negócio Aplicativo


Guia Prático para Plano de Negócio - Pequenas Fábricas. (PARTE 4)





Passo 7- Hora De pensar no marketing

Esse é o último post sobre o plano de negócio aplicativo, e aqui apresentaremos o último tópico: a importância do gerenciamento do marketing e da publicidade de seu negócio.

O que é o Marketing?


Marketing significa comprar e vender no mercado. Deriva da palavra inglesa "market" (mercado, praça, feira). Em português, pode ser traduzida para "comercialização" (de bens e serviços). Ele é o conjunto de conhecimentos necessários para estimular a venda de produtos e serviços, detectando e aproveitando as oportunidades de mercado, com o objetivo de satisfazer o cliente e obter retorno para determinada marca, empresa ou pessoa. Cabe ao profissional traçar e executar estratégias para alcançar os objetivos que a empresa deseja atingir, como lealdade à marca, boa imagem do produto e lucratividade. A principal função é promover a marca e o lançamento dos  produtos, definindo, por exemplo, as estratégias, o público-alvo e o preço a ser estabelecido. Trabalha ainda com pesquisa de mercado, coletando e analisando dados sobre o perfil do consumidor e o ambiente socioeconômico, na inovação de produtos que já existem e necessitam de atualização e com o merchandising. Ao contrário do que se acredita, marketing não é venda. A venda e a publicidade são partes do marketing.

No âmbito comercial, o Marketing é um conjunto de atividades que envolvem o processo de criação, planejamento e desenvolvimento de produtos ou serviços que satisfaçam as necessidades do consumidor, e de estratégias de comunicação e vendas que superem a concorrência. Marketing é também um processo social, no qual indivíduos ou grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com os outros. Oferecer ou agregar valor é um conceito diretamente relacionado com a satisfação do cliente, um dos principais objetivos do marketing.

Com o alcance proporcionado pela internet e a explosão de redes sociais, surgiu o conceito de Marketing 3.0, em que as empresas buscam uma aproximação com os consumidores e potenciais clientes, monitorando suas opiniões sobre os serviços ou produtos oferecidos pela empresa. Desta forma, os consumidores têm papel fundamental na criação de novos produtos e serviços, adequados às reais necessidades do mercado.


Depois de entendermos isso, elaboramos a estratégia, que consiste basicamente em “Estudar o Mercado”, detalhadamente, e estabelecer a apresentação do produto de forma a atender o público alvo, a disposição da região e as metas da empresa. Devemos levar muito seriamente a tarefa de pesquisar o mercado.Entendendo profundamente o que o público pode oferecer,saberemos como agregar valor ao nosso produto e atender a demanda do comércio com resultados reais e possíveis: estabelecendo a relação produto (empresa) e consumidor (público-alvo e região).

Esperamos que nossos posts atendam a necessidade do leitor. Para qualquer informação ou interesse em nossas opções de fábricas,entre em contato:



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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Plano de Negócio Prático - Parte 3


Plano de Negócio Aplicativo
Guia Prático para Plano de Negócio -
 Pequenas Fábricas. (PARTE III)

 
Passo 5 – Formação de custo operacional de produção e investimento

Hora de avaliar os números e ver nossa posição de viabilidade do empreendimento.Façamos os cálculos para saber quanto nos custaria aproximadamente fabricar os produtos da pauta de operações (ver e somar as matérias primas, os insumos com sua embalagem,entre outros).Tudo será aproximado, depois vamos ter tempo para certificar os números - não se amarre sem avançar no plano. Saber estimar quanto nos custaria produzir por dia,por semana,por mês, tendo em vista à matéria prima e mão de obra mínima, gastos fixos do mês, transporte de compra e venda, acrescentando de 4 a 6% para fundo de marketing. Agora que já tem tudo isso na mão, Já decidiu se quer montar seu negocio? Pense nisso 1 minuto…
Bem,se já tomou sua decisão, já temos uma idéia de quanto nos custaria produzir, já temos o custo estimativo do produto, sabemos qual será o mais vantajoso na primeira etapa e na segunda etapa e sabemos que capital será necessário para produzir diariamente, mensalmente,... Sabemos também que preço terá nosso produto comparado com os concorrentes (relação preçoXproduto mais vantajosa).


Passo 6 – Decisão e busca de recursos

Agora que já sabe qual o capital operacional necessário para o inicio do nosso negócio, cabe definir se podemos ou não fazer, se é possível ou não realizá-lo, e se você se vê como empresário dentro desse segmento. Se a resposta é sim, então vamos viabilizar de que maneira? Podemos fazer de forma industrial ou iniciamos de forma mais caseira e artesanal.Avaliamos os recursos (se são suficientes) ou decidimos pela busca de um sócio ou  financiamento.
Vale mencionar que não chegamos até está etapa só para satisfazer uma curiosidade ou guardar as informações no computador ou gaveta.
Se chegamos nesse ponto é hora de fazer acontecer!



Programa Marketing de Relacionamento

Passo 7- Hora De pensar no marketing

É hora de vender nossa idéia de negócio, discursar sobre o produto por todos os canais de alcance do cliente,e esse ponto é o assunto de nosso próximo post.

Se gostou dos nossos posts, deixe seu comentário! Ficaremos felizes em prestar assistência e esclarecimento.



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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Plano de Negócio Prático - Parte 2



Plano de negócio – Parte 2

Plano de Negocio Aplicativo
Guia Prático para Plano de Negócio - Pequenas Fábricas. (PARTE II)



Vamos fazer o plano de negócio prático. (Passo a passo)

Passo 1- Montagem e seleção de fornecedores
Vamos Iniciar sua agenda com a visita ao mercado de fornecedores de matérias primas, atacadistas e importadores. Sugerimos que os visite para ter percepções claras sobre cada um deles.
Dica: Elabore Fichas e Planilhas, Crie uma planilha de avaliação, contendo pontos como: variedade, qualidade de produto, especialidade, preços, entre outros conceitos de avaliação. É importante ter em mente que uma fábrica sem matéria prima é um carro sem gasolina no meio do nada. Antes de sair de casa, imagine a importância de ter bons fornecedores, trate-os igual ou melhor do que a um cliente, lembre que depende da matéria prima a qualidade do produto.

Passo 2- Visite o seu mercado (Conheça o lugar onde pretende se instalar)
Vá até os locais onde o produto que deseja produzir é vendido. Veja os produtos iguais ao seu, similares, substitutos, ou seja: produtos que são iguais ao seu, mas que podem concorrer indiretamente. Exemplo: (Suco X Refrigerante), (Bala X Goma de Mascar), (Amendoim Torrado X Soja torrada), (Bata chips x Salgadinho). Faça uma comparação entre seu produto e o da concorrência, visitando atacadistas, varejista, pontos de venda tradicionais, bem como os pontos de vendas alternativos. Se possível, visite os concorrentes, tente saber que produtos fabricam e quem são seus fornecedores no mercado.

Passo 3- Produtos, Concorrência e Mercado Potencial
Retornando a sua casa ou seu escritório organize a informação, veja os produtos e experimente os produtos (compre alguns e faça a sua avaliação). Veja detalhadamente a embalagem, as cores, lembre em que posição os encontrou na gôndola, avalie se o preço cobrado foi proporcional a qualidade, tente calcular o custo de fabricação e margem de lucro aproximado, anote detalhes de sabor, cor e aroma, veja e compare o que o líder de mercado tem que os outros não têm. Use seu olfato empresarial e pense nas melhorias que podem ser realizadas. Sugerimos que compartilhe sua experiência e colha opiniões junto aos amigos e familiares.

Passo 4- Custos Fixos e Operacionais de Implantação.
Agora vamos seguir para o próximo passo. É preciso saber quanto custaria por mês à manutenção do nosso negócio, produzindo uma quantidade mínima por mês. Vamos fazer uma estimativa de custos fixos, ou seja: luz, água, telefone, aluguel, mão de obra, transporte, alimentação, material de escritório, limpeza etc. Uma boa dica é comparar com o que gasta em sua casa, multiplique pelo dobro. Nesta fase não obteremos valores exatos (valores reais aparecerão quando o empreendimento estiver funcionando, não durante o planejamento).
É muito importante estabelecer um foco, um lema de trabalho. Tenha em mente que o tempo é o fator determinante para qualquer jornada de sucesso,portanto,exercite a paciência.
A típica expressão “Eu começo quanto tiver as condições ideais” é um engano comum. A famosa busca pelo ideal geralmente nunca ocorre. Saiba que isso é um pretexto muito utilizado para prorrogar decisões ou para “realizar”.

No próximo post, examinaremos os seguintes detalhes:

  • Formação de Custo operacional de produção e investimento;
  • Decisão e busca de recursos;
  • Programa de Marketing de Relacionamento.
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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Plano de Negócio Prático


Plano de Negócio Prático, 
Dicas Para Montar seu 
Plano de Negócio para pequenas fábricas. (PARTE I)



Esta metodologia de montagem prática do Plano de Negócio é aplicada no nosso programa de formação empresarial para empreendedores que adquirem fábricas por meio do Salon Emprendedor. Aqui, resumimos sua forma interativa, como se usa e como é aplicado no plano e nas tarefas diárias de montagem de uma pequena fábrica, e que também podem ser aplicáveis a qualquer segmento.

O Plano de negócio de forma simplificada descreve o que se pretende fazer e como será planejado o funcionamento do negócio, de como a idéia vai se tornar real e viável, e demonstra por que o negócio vale ser realizado (apresentamos aqui uma boa demonstração da rentabilidade e do excelente retorno do capital investido). Evidentemente que isso agrada muito a bancos, instituições financeiras, ONGs, Secretarias Governamentais, enfim, órgãos que geralmente financiam projetos.

O Plano de Negócio deve ser apresentado num formato mais técnico na organização de seus conteúdos, lembrando que deve atender o objetivo vital de ser visto e lido por terceiros que geralmente o analisam nos mínimos detalhes de formatação, arranjo, enquadramento, com fim de liberar ou não a verba ou financiamento.

Não vamos esperar fazer todo o plano de negócio, para descobrir se é ou não viável. Exercitemos isso a fim de alcançar um formato de organização de pensamento básico, sobre conceito de negócios, os resultados do estudo, o processo de realização e exercício da metodologia aplicada.
O que realmente faz diferença para que um plano de negócio seja bem sucedido na prática não é como se faz ou a formatação que essa pessoa escolha. Quem vai fazer, o autor, é o fator determinante para que o negócio tenha êxito ou não.
Em nossos próximos posts, auxiliaremos na elaboração do plano de negócio aplicável, e, baseado no conhecimento adquirido, disponibilizaremos a oportunidade de iniciar seu negócio próprio, contando com as mais de 250 configurações de fábrica do Salon Emprendedor.


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terça-feira, 23 de abril de 2013

Fábrica de Hortaliças


Projetos Produtivos de Hortaliças

AS HORTALIÇAS: OPORTUNIDADE PARA SUA MICRO-INDÚSTRIA E PROJETO PRODUTIVO




Os “Agro-negócios” com a “agro-transformação” dos produtos hortícolas em uma opção industrial ainda é um campo inexplorado na maior parte dos hemisférios, exceto por alguns mercados onde há investimentos de grandes empresas, que encontram um vantajoso caminho em produtos hortícolas industrializados.
A agroindústria de transformação de matérias primas locais, assim como o incentivo a sua produção, são hoje o maior desafio para a conversão do campo para os agronegócios, no entanto se faz necessário acrescentar um valor agregado de produção.
É assim que nasce uma grande oportunidade de negócios para o pequeno investidor e o novo agro-empreendedor, ocupando os “vãos” das grandes empresas: espaço para novos produtos.

Produtos de Oportunidades para o Agro-Empreendedor.

a) Produtos com demanda para preparação mais artesanal;
b) Os produtos fabricados 100% naturais e sem conservantes;
c) Produtos que não entram na lista de consumo massificado;
d) Para os que são quase delicateses/exclusividades da culinária;
e) Produtos típicos: tradicional de vários países/regiões c/demanda mundial;
f) Inovações/propostas para o mercado que busca novidades;
g) Produtos de “moda” (Sazonais) ou tendências que geram empreendimentos;
h) Produtos feitos com matéria prima exclusiva, limitada, fator que dificulta a produção para grandes companhias.

* Estes são alguns dos parâmetros que ditam e orientam as grandes oportunidades que este setor oferece hoje em dia. O retorno ao campo é um caminho que vem sendo trilhado como um ato natural do reencontro do ser humano com a natureza e suas origens. Por mais que essa afirmação pareça uma ilusão romântica, ela é a constatação de uma tendência mundial crescente de consumo, onde nota-se uma grande migração das cidades para o campo, famílias que decidem viver em sítios, chácaras ou pequenas fazendas, que hoje são conectadas por estradas ás grandes cidades, e que permitem chegar às metrópoles com grande rapidez.


Agora, algumas ideias para aproveitar essa oportunidade:
Que tipo de pequenas fábricas posso montar? A partir de que produto hortícolas? Quanto custa um empreendimento deste tipo? Que equipamentos e máquinas são necessários? O que será necessário saber tecnicamente para ser um fabricante? Que espaço é necessário para montar uma pequena fábrica?
Estas são algumas das questões que responderemos de acordo com o interesse apresentados pelos leitores nesse blog (Deixe sua pergunta e contato nos comentários).


Relacionamos abaixo uma lista de opções com tipos de fábricas nesse ramo:

  1. Produtos hortícolas e vegetais naturais congelados;
  2. Vegetais hortícolas frescos, cortados, prontos para o consumo;
  3. Conservas / Vegetais Inteiros / Cortados em azeite;
  4. Curtidos (Picles, por exemplo) Preparados com especiarias ao vinagre/sal;
  5. Sopas Preparadas, Cremes congelados;
  6. Cremes / Papinhas / Purês de Verduras para Bebês (em conserva);
  7. Condimentos e Temperos secos, picados e moídos;
  8. Salsas preparadas, secas e desidratadas, pronta para uso;
  9. Purês - temperados e variados (c/ tomates);
  10. Sopas Desidratadas, prontas e Formuladas para ser consumidas;
  11. Pastas prontas para consumo;
  12. Sopas dietéticas e fitoterápicas congeladas prontas para consumo;
  13. Extratos fitoterápicos secos e encapsulados de vegetais;
  14. Cosmética natural (cremes faciais, shampoos, produtos vegetais);
  15. Óleos essências e medicinais de diversos vegetais;
  16. Laboratório, remédios naturais c/ diversas apresentações;
  17. Tomates secos naturais e conservados em óleos com vegetais;
  18. Pasta de alho, Temperos Completos, Preparados com Sal e especiarias;
  19. Polpas Naturais Vegetais;
  20. Hortaliças – Moídas e Congeladas;
  21. Feijões e Outros Cozidos / Preparados artesanais para consumo;
  22. Vegetais recheados com suas preparações, conservados em azeite;
  23. Pimentas / Salsas / Pastas inteiras, conservas em vidros e sachês;
  24. Polpas para sucos vegetais congeladas e prontas para usar;
  25. Sucos e Polpas vitamínicas formuladas e prontas para consumir;
  26. Batatas e Mandiocas fritas secas tipo chips e outras.

São mais de 25 opções para a montagem de micro-indústrias e pequenas fábricas, selecione a sua e bons negócios*.


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